sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Poema Etéreo

Poema etéreo

Em bares sentados no encosto do vácuo
uma garrafa dançava com murmúrios
na franqueza incerta perdida
por fragmentos multicores

Enquanto uma princesa na ternura dos tempos
meio ébria indecisa mamava na garrafa
com olhares lânguidos curiosos
estremecia seu coração indeciso

Meio ébrios solitários dançavam
a conga meio embevecida
com paixões estimuladas por sentimentos

Mas a noite das paixões sem glórias
destinava-se a memórias passadas
no encanto dos sons meio alcoolizados.

Pedro Valdoy

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